Feedback – Março e Abril

Fala, galera!

Chegamos na sessão de Feedback dos ouvintes aqui do Plataforma Geek. Nós juntamos os comentários de Março e Abril de 2017  e vamos ler aqui nesse episódio.
Se você ainda não mandou um comentário sobre algum dos nossos episódios, não se acanhe e mande já, que leremos no final do mês.
Isso que nos dá forças pra continuar produzindo conteúdo. Conto com a participação de todos para sempre ter esse tipo de aproximação com os vocês, Queridos ouvintes.  🙂

Duração: 46 minutos

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  • Anubis_Necromancer

    Uma coisa sobrenatural aconteceu comigo certa vez.
    (Contando aqui já que perdi esse drops de sobrenaturalidade XD)
    Isso já tem alguns anos, foi em 2001.
    Eu jogava rpg com uns amigos na casa de um, meio há dois bairros da minha.
    Bem no centro de um conjunto, no qual ainda tinha boa parte do verde natural dele, e onde havia aqueles postes grandes de linhas de transmissão.
    Bom, terminamos mais cedo nesse dia, e mesmo com um horário beirando a noite (18h), na minha região (Norte), ainda tinha claridade suficiente e decidi ir pela trilha das linhas, por serem largas e o mato não ser não alto, batia um pouco abaixo da metade da perna na época, e sendo uma linha reta, economizaria muito do meu tempo, já que a distancia era um pouco mais 200 metros até a rua principal, sendo cortada por algumas ruas paralelas asfaltadas.
    Comecei por ela e não demorou muito até chegar na parte na qual esse terreno era um pouco maior que as outras ruas, cerca de 50 há 60 metros, não lembro ao certo.
    Como não vi perigo de algum galeroso (como chamamos os mau elementos locais) e a luminosidade ainda era boa, entrei e assim que pisei no primeiro trecho, senti um vento bater minha perna, estranhei aquilo na hora, mas continuei.
    Não passo de 10 metros (contei depois no dia seguinte quando voltei com um amigo) e então escuto um barulho de mato sendo pisado atrás de mim, viro-me rapidamente e não vejo nada.
    Estranhando aquilo, nem liguei muito, e novamente continuei meu caminho. Dando mais alguns passos adiante volto a ouvir novamente o mato sendo pisado.
    Me viro repentinamente, e para minha surpresa não vejo nada atrás de mim, além do pior, ainda percebo que o barulho dos insetos que ali sempre ficavam com o som deles, havia parado, eu só ouvia mesmo a tv das casas ao lado dessa trilha.
    Eu fico ali, parado por quase 1 minuto vendo de onde poderia tá vindo, quando novamente o vento que bateu minhas pernas voltou a soprar e dessa vez, mexendo no mato, foi quando percebi que no local aonde estava vindo o barulho de mato pisado, não era alterado, parecia que algo estava ali pisando neles, quando escuto vindo dessa direção um rosnado agressivo de cachorro e duas bolinhas vermelhas aparecerem do nada aonde ficavam suas orbitas de um cão de grande porte como husky.
    Nesse momento eu nem pensei duas vezes e sai correndo de lá com tudo, sem olhar para trás.
    Enquanto corria o mais que podia, dava para ouvir o pisar da grama e seus rosnado se aproximar cada vez mais perto de mim. E eu agoniado tentando entender o que era aquilo e aquele rosnado já mais alto e parecendo mais perto me deixando mais assustando com aquilo, já rezando pra tudo que é divindade conhecida, para sair de lá vivo, já que não sabia o que poderia acontecer.
    Quando eu vejo a rua paralela seguinte, começo a correr ainda mais rápido, mas já não aguentando o pique por ser meio cheio. E quando faltava apenas poucos metros, e já sentindo o fungar do bicho ou sei lá o que era aquilo me perseguindo, dou um pulo no qual caiu no meio da rua me ralando um pouco no asfalto. Me levantando rapidamente e olhando para trás de onde vinha meu perseguidor apenas sentindo uma lufava forte de vento que me fez cair no chão novamente.
    Olho então para o outro lado da trilha e apenas vejo as duas bolas vermelhas paradas no ar e de repente escutando o rosnado mais agressivo ainda, terminando num tipo de uivo.

    O que fez todos os cachorros dali de perto começarem a latir e a uivar também.
    Me levantei e rumei em direção a rua principal, agora por dentro do conjunto no qual peguei o onibus para minha casa.

    No dia seguinte, um amigo gnóstico meu e eu voltamos para esse lugar, mas dessa vez não aconteceu nada do que houve comigo no dia anterior e jamais voltei a pegar esse atalho.
    Atualmente, esse trecho agora é viável, mas não sei se ainda tem relatos de aparições como o que houve comigo.

    • Caraca mano, que história sinistra kkk
      Vamos ler sua história na próxima sessão de Feedbacks cara.
      obrigado pelo comentário, abaço.

  • Lady “Di” não, Lei Doutor Renato Aragão.

    • Nissin Lemos

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK GENIAL!!!

  • “brother pode ser racista”. ok