Papo Delas #02 – Confissões de Adolescente

Você bobeou e o Papo delas apareceu no seu feed 😛

Mais um Papo delas no ar, agora pra falar de Adolescência. Aquela fase lazarenta maravilhosa onde tudo de pior acontece nas nossas vidas. PatsyCafeína e Ingrid vão contar algumas histórias dessa fase pra vocês, desde o começo da adolescência, até a fase semi adulta.
Então pegue seu fone de ouvido e venha descobrir a não confiar em revistas adolescentes, a prestar vestibular sem vontade, a comer quietinho, a gritar pra todo mundo que virou mocinha e passar cola na prova kkkkk….

Duração:  1h e 22 minutos

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Vitrine: Nissin

Edição: Bergs e Cafeína

 

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Sobre Berg's

Berg's
Zueira em primeiro lugar, depois a gente fala sério.

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PlataformaCast #068 – Catalogo 03

PlataformaCast no ar! E no episodio de hoje Nissin, Berg’s e Anderson se reuniram para a terceira edição …

  • Gharcia

    Ninguém ainda?

    Olá Cafeína, Ingrid e Patsy!

    Que surpresa boa. Me acompanharam na passagem de roupas nesse domingo. Fico-lhas grato.

    Sobre o episódio: me lembrou uma história, qdo vcs falaram sobre menarca. Lá pelos meus 11 anos, eu só tinha amizade com meninas. Em parte por ter sido criado só por mulheres (nunca tive irmãos, tios ou primos meninos).
    Algum dia, no recreio, uma colega bate no meu ombro e fala q estava sangrando.
    A gente já sabia mais ou menos o que era pq contrabandeava revistas capricho e Claudia das minhas irmãs mais velhas.
    O problema é q não tínhamos contato com absorventes.
    Então eu fui em busca de um com a menina repetente, mais velha, da outra sala. Ela tinha. Ufa.
    Qdo dei pra guria, meio moquiado, ela me olha e pergunta: como usa?
    Não sabíamos. Eu sabia de teorias. Nunca iria saber na prática as coisas de meninas.
    Meio q desembalamos e íntuimos que aquele troco enorme era pra ficar na calcinha e ficamos com medo de escorregar. Solução?
    Dei um durex é uma tesoura e ela se virou no banheiro.

    Adorei o entrosamento de vcs. Se puderem gravar mais, estaremos aqui para ouvi-las.

    Abraços e Sucesso!

    • hahahha rapaz, eu tô ate agora pensando no durex com a tesoura…. que momento lindo 😉 E que atitude legal a sua desde molecuxo rsrs

  • Evandrinho

    Olá amiguíneas.

    Sou o Evandrinho do Café com Porrada. Sim, o do spot. #VaiTomarNoCuEditor

    Não seria surpresa dizer que a minha adolescência foi uma bosta, com bullying, apanhando e etc. Mas já no final, entre 17 e 18 anos, deu uma melhorada, pois comecei a trabalhar e foi quando comecei a frequentar estádio, torcida organizada, namorar (pois é), apanhar da polícia, etc.

    Consegui gastar a energia e raiva dessa época nos estádios, torcendo, fazendo merda, enchendo a cara, para desespero de minha mãe.

    Obviamente não voltaria pra essa época desgraçada que me rende até hoje algumas sessões de terapia.

    Beijos, queridas. O programa está lindo. Por favor, gravem mais.

    • Evandruxo, seu lindo, temos cláusulas pra obedecer mas pense que é sempre para o bem das pessoas rsrs. Você vale ouro só pelo fair play hahaha

  • Trinus Trinus

    Que podcast gostoso de ouvir.
    Eu também era ” de todo mundo” na época da escola e também ia jogar CS hahahahaha, ouvir isso me fez perceber que essa época faz muita falta.
    Parabéns meninas, vocês se encaixam de um jeito muito legal e eu vou ficar ansiosamente aguardando o próximo.
    Beijos, Cafeína, Ingrid e Patsy.

    • temos um homem versão “Ingrid” de todo mundo rsrs. Valeu mesmo Trinus

    • Ingrid Oliveira

      Por que ser do fundão ou da turma da primeira fileira quando dava para ser tudo ao mesmo tempo? kkkkkk

  • Éverson Santos

    Olá meninas, flores do campo que perfumam essa Plataforma.

    Ouvindo esse podcast maravilhoso que merece vários eps, lembrei de alguns casos vergonhosos e embaraçosos da adolescência.

    Aquele primeiro amor a gente nunca esquece. Aos 13/14 anos, eu era gamadinho numa garota da minha sala, pqp, como ela era linda. Mas eu era do tipo bestão idiota trouxa, que fazia poemas, desenhos, e mandava como admirador pra ela. Até que um dia ela descobriu que era eu, e não tinha mais como correr disso.
    Foi quando ela falou na minha face que não ficava comigo porque eu era gordo. É, eu tinha uns kgs a mais do que o ‘devido’ prum garoto da minha idade e isso ficou marcado na minha alma para sempre. Quando a gente se esbarra na rua, ao menos nos cumprimentamos, menos mal.
    Até hoje eu tenho medo/vergonha/aflição em conversar com uma mulher por esse caso, e outras frustrações posteriores. Como um chifre, por exemplo. O primeiro a gente nunca esquece também, né?

    Sobre a aflição chamada ‘Escolha de qual curso fazer na faculdade’ passei por ela pesadamente.
    Eu tinha muita vontade de fazer jornalismo, era tipo, meu sonho. Mas por pressão de minha mãe/sociedade capitalista, fui forçado a escolher um outro curso. Fiquei entre a Arquitetura e a Música. Também por pressão, tive que escolher a primeira. Esse ano me formo, mas ainda com a impressão de que não achei o meu lugar. E com a impressão de que não conquistei nada do que pretendia, imagina chegar nessa idade já com algumas realizações pessoais. Mas continuo aqui, falido, sem esperança de um futuro melhor, o que me rendeu até uma composição, sobre nossas expectativas quando jovens, para com a realidade de um futuro.

    Bom, é isso, não quero escrever todas as vergonhas e frustrações dessa vida adolescente, senão vai ser ruim de ler uma monografia sobre isso. Obrigado e desculpem.

    O cast tá lindo, prossigam, por favor. Quanto mais episódios, melhor.

    P.S: MENINAS, COMO VOCÊS NÃO DÃO RISADA DAS PIADAS ‘COM SABOR DE CURRADA E TROCADALHO’ DA CAFEÍNA? EU ME ACABO DE RIR AQUI. KKKK

    • COMO VOCÊS NÃO DÃO RISADA DAS PIADAS ‘COM SABOR DE CURRADA E TROCADALHO’ DA CAFEÍNA?

      o.b,r,i,g,a,d,a, Everton, alguém que entende meu humor fino, iraniano, para poucos rsrs

      • patsyramos

        Mi disgulpi. HAHAHAHHA

  • Cláudio R Terrier

    Vocês querem saber se as pessoas voltariam para a adolescência?

    No interior de MG a Itaipava, em 2002/2003, custava um real a garrafa de 600ml, você poderia comprar uma garrafa (plástica) de Vodka por dois reais, elma chips custava um e pouco e os pacotes eram maiores, eu só tinha que estudar e trabalhava por quatro horas “mexendo em computadores”. Com duzentos e oitenta reais no mês me tornei o topzeira da balada, eu tinha banda, era alternativo e isso contava ao meu favor, conheci os amigos que ainda tenho hoje, tinha engajamento social e mesmo com toda a inconsequência, ainda diziam que eu teria um grande futuro.

    Hoje eu sinto que usei toda minha sorte no período da adolescência e que decepcionei muita gente.

    Um pequeno parecer, a adolescência para vocês mulheres, tem com toda a certeza um impacto extremamente maior do que para nós. A mudança brusca, vocês aprendem a valorizar outas coisas, apesar da proximidade com a infância.
    Mas nós, ah… Nós continuamos a rir de peidos, piroca e se tiver uma desenhada em uma cadeira de escola, assistíamos à aula de pé. Essa é a diferença de maturidade.

    Obs1: Escadas como a casa da Patsy são conhecidas como “barranco” pros lados de cá.

    Obs2: Vocês são fodas demais! Já aguardando ansiosamente o próximo.

    Beijos, meus amores!

    • Ingrid Oliveira

      Você na adolescência foi quase aqueles garotos populares de filme americano kkkkk.
      Vlw, Craw.

    • patsyramos

      Hahaahah
      Nada como fazer o milagre da multiplicação tendo pouco dinheiro e bebida barata ao alcance. HAHAHAHAHA
      Por volta de 2006 e 2007 meu irmão e dois amigos conseguiram chapar sério tendo apenas 10 reais no bolso. Conseguiram comprar 2 litros de vinho de origem incerta e um pacote de biscoito polvilho.

      Nós mulheres somos obrigadas a amadurecer muito rápido logo após nos tornarmos “mocinhas” mas, por volta do ensino médio, se tivermos sorte, conhecemos os amigos certos (ou errados, dependendo do ponto de vista) e aí a gente descobre q ainda podemos ser besta e feliz, sendo (as vezes, só as vezes) responsável por desenhar o pinto na cadeira e deixar o amiguinho em pé durante a aula. hahahahaha

  • Fabio Jose Patricio Mota

    Muito bom o podcast, ainda mais com o amor da cafeína. Teve até veneno pontual do falecido pln.

    • eee Fabio, pegou a ‘referência’, 3 pontos pra vc no ranking que acabei de criar hahaha valeu mesmo 😉

  • Felipe Sarinho

    Não tenho o que falar da adolescência, eu acho que passei direto porque tudo envolvendo a vida de adolescente eu já não aguentava essas coisas, mas estamos ai :v , esperando o proximo cast de vocês.

    • patsyramos

      hahahahha
      Mas admita que pelo menos o primeiro beijo desajeitado e sem saber exatamente o que fazer tá aí na sua mente.. hahahah

      • Felipe Sarinho

        ta isso foi, a menina que me conduziu durante o beijo :v

        • alá…. alá…. queremos detalhes or not happens rs

          • Felipe Sarinho

            ela quem tomou a iniciativa e eu só fiz repetir o que ela fazia, mas não foi nem um pouco ruim(não sei pra ela, mas pra mim foi bom) , unica coisa ruim foi o intervalo de tempo até o próximo beijo.

          • S2S2
            “unica coisa ruim foi o intervalo de tempo até o próximo beijo” foi a frase MAIS BREGA E ROMÂNTICA desse chat de pobre chamado comentários rs

          • Felipe Sarinho

            digamos que eu ainda to esperando esse intervalo de tempo acabar :v (ja fazem 84 anos…) e se quer que eu deixe mais brega, o beijo dela foi o melhor que ja tive até hoje… e queria mais… mas enfim, a vida segue.

  • Pedro Cassimiro

    A Cafeína era daquelas adolescentes que chamavam meu grupinho de amigos de infantis, hahaha excelente programa garotas, continuem.

    • patsyramos

      Chamava de infantil mas secretamente queria ganhar brinquedo de aniversário. hahahahahha

  • Berserk Griffon

    Salvou minha segunda o podcast na viagem pra visitar a namorada ! 😀

    Gostei muito do episódio !
    Não entendo esses homens que são rancorosos a vida toda, mas normalmente depois de uns 5 anos essas coisas passam XD

    Não lembro que contou a historia da cola, mas eu tive uma parecida. Eu era, e ainda sou, um gênio da matemática #humildade, ai no ensino médio, teve um dia em que o prof juntou duas turmas para fazerem prova e todos saírem cedo. Ai na outra turma tinha uma menina morena muito gata e ela veio falar comigo: “Ah, vc é tão bonito, você sabe da matéria ? Me da cola ?”. Eu disse que sim, mas desconfiei horrores. Passou a prova, passei a cola e ai cheguei na menina né: “E ai ? Rola ?”, ela disse algo, “Ah vc não faz meu tipo” eu virei as costas e fui embora, sorrindo de orelha a orelha pq eu não passei uma resposta certa pra ela.

    Vocês aceitam sugestão de gente pra chamar pro podcast ? Só pesquisar por “Rpg das Minas” tem muitas integrantes, eu acompanho a muito tempo e elas são ótimas como vcs ! 😀

    Abraços ! <3

    • Ingrid Oliveira

      Cola errada para se vingar, quem nunca? kkk
      Fico feliz que tenha curtido e vlw pela dica 🙂

    • patsyramos

      Conseguiu ser mais rancoroso que eu.
      Você está de parabéns. HAHAHAHHA

  • Dionelson Silva

    Falar de adolescência e não falar do bullyng por ser um gordo desajeitado, que ficava a maior parte do tempo lendo ou rabiscando nos cadernos da escola, seria mentir.
    Lembrar que o 1º beijo foi mais estranho do que o esperado, pq você está cercado por seus “amigos”(nada melhor que o tempo, para mostrar que é e quem não) botando pilha… Se apaixonar por uma colega de classe e não dizer por puro medo, e quando cria a coragem, descobre que ela está namorando um cara que está se formando naquele ano, ficar desanimado com isso e ter seu 1º porre… Lembranças que serviram de lição.

    Sobre voltar no tempo para viver tudo de novo… Não daria certo, pq com a cabeça de hoje, mudaria algumas atitudes, tentaria evitar alguns vacilos ou talvez cometesse outros… Deixa do jeito que está.

    Beijo Cafeína, Ingrid e Patsy. E obrigado por me fazerem relembrar de alguns momentos, principalmente os bons!

    • Didiiiiiiiii… feliz pacas de te ler aqui 😉
      E sim, tudo isso e muito mais que criamos na nossa cabeça (e geralmente só acontece dentro dela mesmo)… ainda bem que passa.

  • Larissa Gabrieli

    Ótimo episódio Cafeína, Ingrid e Patsy!
    Ainda estou estou na adolescência mas já me identifico bastante com a historia da Cafeína e a revista da Capricho Hahaha

    • patsyramos

      Hahahaha
      Também seguiu a revista e fez besteira?
      Cuidado com os conselhos de revista pq, segundo dados do Instituto Cafeína, rancor de boy tem duração média de 20 anos.

  • Doutor Rey Strange

    Amo muito esse podcast <3

  • Cola na prova era uma arte. A gente mudava o método toda vez, pra não ficar manjado. Teve até um sistema gestual criado pela gente pra provas de múltipla escolha.
    Cara, ninguém deveria confiar nessas revistas kkk sério, eu acho que a galera da nossa geração, quando era adolescente, só se ferrava nisso por cair na corda de revistas do gênero. Minha noiva e eu, quando eramos adolescentes, anos antes de firmarmos nossa relação de hoje, tivemos um rolo, e quando conseguimos ficar, ela começou a me ignorar. Hoje ela diz que era pra me testar pra saber se eu iria correr atrás. Eu até corri, mas ela abusou do teste e eu não corri mais. Passamos anos sem nos ver kkk Não sei se foi baseado num conselho de revista, mas tem potencial pra ter sido.. kkk

    • hahahhaaha tá vendo… aposto que ela leu “Carícia” e fez o teste “ele gosta de mim?” rsrsrs

  • Jean Silva

    Olá meninas!

    Aqui é o Jean Silva do Tambacast, e a minha adolescência foi muito boa.

    Quando criança, antes da época da “Esticada” que todo moleque dá quando sai da infância para a adolescência, eu era bem gordinho e totalmente impopular na escola, logo, Bullying sempre fez parte da minha infância.

    De um ano para o outro, já com 12 anos e já adolescente, emagreci 12kg e cresci 16cm… Era praticamente uma outra pessoal. E tudo mudou! Para melhor, lógico.

    Agora preciso da ajuda de vocês.

    Hoje sou pai de uma princesa, ela tem 8 anos e é visível como a cada ano ela vai mudando, tanto fisicamente qaunto os seus gostos. Antes era só desenho e agora só quer saber daquelas séries teens (OITO ANOS E GOSTA DE SÉRIE TEEN!!!!)…

    Bem, vocês como meninas e que passaram por tudo isso que ela passará, quais conselhos vocês podem me dar, sobre como lhe dar com as loucuras/confusões/sofrências/estresses/frustrações/ETC que TODA adolescente passa e que geralmente os pais não conseguem ou não entendem como agir?

    Beijões Cafeína, Patsy e Ingrid, parabéns pelo Papo. Sucesso e aguardo próximos episódios.

    • ah que bacana Jean…. cresceu antes da pior fase rsrs
      Sobre sua pequena, poxa, ela vai ter que passar por isso mesmo, o legal é que os pais hoje em dia tentam mais se aproximar, alimentar confiança, pelo menos é o que eu vejo. Importante, eu acho, é ela saber que na hora do “aperto” vai poder recorrer a vc sem ter medo de te decepcionar. (No meu caso nunca recorri ao meu pai exatamente pq achava que ele ia se decepcionar comigo, ter vergonha de mim, tadinho, o impulso dele era julgar antes de ouvir… coisas de adolescente já aos 10 anos)
      Boa sorte e boa adolescência pra sua família hahaha

      • Jean Silva

        KKKKKKK
        =*

        • patsyramos

          Oi, então, além do que a Cafeína falou, faz o possível pra respeitar o amadurecimento dela, tanto no caso de ela amadurecer rápido ou não.
          E, além disso, só deixe sempre claro que ela sempre vai poder contar contigo, não importa o motivo. Isso vai fazer com que ela veja que tem em casa aqueles que morreriam por ela, isso é mt importante pra ela se sentir confortável para falar sobre qualquer assunto.

  • Anderson Lima

    Cafeína, Patsy e Ingrid.

    Estou vindo aqui pela primeira vez para parabenizá-las pelo excelente cast.

    Não tenho muito o que reclamar da minha adolescência. Foi uma fase muito interessante da vida que eu sentia que podia ser e fazer o que eu quisesse, até chegar a fase adulta e descobrir que não posso fazer porra nenhuma RS.

    Um grande bj pra vocês e muito sucesso.

    • hahaha saudades das ilusões que eu tinha sobre a vida adulta… valeu a força 😉

  • Rafael Lima

    Quando mais novo (dos 11 aos 14 anos) eu era bem retraído, falava pouco com poucas pessoas. Mas a partir do ensino médio eu mudei de escola (depois de ficar oito anos na mesma) e conheci pessoas novas num ambiente novo e isso desenvolveu uma lado meu que eu não sabia que existia…de alguém que curte trocar ideias e conhecer gente nova. Isso foi ótimo para melhorar minhas posturas e atitudes.
    Aí gente percebe que mudanças ajudam demais dependendo da situação, dois anos na escola nova foram melhores do que os oito ja escola antiga. Haha

    • olha só que legal Rafael, seu processo foi o inverso do meu rs… ainda bem que só melhorou né? Obrigada 😉

      • Rafael Lima

        De fato melhorei bastante, apesar do lado tímido ainda existir. Rsrs

        Ah! Um pedido…Continuem, por favor! 😄

        Abraços! 😘

  • Eduardo Araujo

    Meninas, excelente cast.

    Me diverti bastante ouvindo suas histórias, espero que tenham muito mais. De verdade não nada a dizer além de Obrigado pelas horas de entreterimento até o presente momento.

    Ganharam mais um fã, parabéns pelo programa.

    Bjos a todas e até a próxima.

    Ps: Cafeína, sua voz é maravilhosa <3

    • oba vc por aqui Edu, muito obrigada pela força, vamos seguindo 😉 bjins

  • Esses dias passando o olho nas revistas de uma banca qualquer me deparei com uma capricho e resolvi ler as coisas da capa… e pensar que eu lia aquilo quando tinha uns 13 anos… meu deus…

    • Gaby, amiga sua linda…. Que bom vc comentar. E credo, eu SEGUIA CAPRICHO RSRS

  • Gabriel Hesedis

    Parabéns pelo projeto, meninas! Está sensacional!!! É muito bom ter a companhia, as histórias e os pontos de vista de vcs no feed =D

    Quanto ao episódio, me fez lembrar de muitas coisas…desde o começo da adolescência (onde falar “vamos brincar” era visto como algo super infantil pelos amigos de 11, 12 anos), passando pelos milhares de foras e corações quebrados entre os 13 e os 15 anos até as boas lembranças e os inúmeros dias de bad & tristeza entre os 16 e 18 anos.

    E pra contribuir com o tema, trago aqui uma história que lembrei:
    Eu tinha por volta de 12 anos e consiste numa paixão platônica que tive durante uns 3 anos por uma garota que estudava na mesma turma que eu: tudo começou num dia em que ela simplesmente me abraçou e disse que eu era um cara legal (na frente de uma garota que tinha tirado sarro de mim). Foi o suficiente para que eu me apaixonasse por ela (eu realmente não era muito bem quisto naquela escola). O foda é que eu era muito tímido e demorei uns quase 2 anos para me declarar para ela (através de um bilhetinho escrito num papel que pedi para um amigo entregar a ela). No dia seguinte ela me respondeu, também com um bilhete, explicando que ela me achava legal e eramos somente amigos (e assim deveria tudo continuar). Obviamente fiquei numa bad foda, mas de tempos em tempos tentava alguma coisa de novo, sem sucesso.

    O desfecho dessa história se dá numa festinha de aniversário de algum amigo onde um cara da minha turma (que eu não ia muito com a cara) chegou nela e ficou com ela e eu tive que ficar lá assistindo tudo segurando o choro (pois era em outra cidade e eu dependia de carona pra voltar pra casa). Depois disso ela comentou que foi uma péssima experiência e que não queria mais saber de ficar com ninguém, só de estudar…bom, foi o suficiente para eu engolir a derrota e seguir minha vida hehehe.

    Perdão pelo texto gigante, mas eu prometi pra Cafeína que iria contar uma das minhas histórias nos comentários hehehe.

    No mais é isso…desejo muito sucesso para vcs no projeto, meninas!
    Tudo de bom, heim! Felicidades! Sucesso! Boa sorte! #cafeínaFeelings

    • ” me abraçou e disse que eu era um cara legal, na frente de uma garota que tinha tirado sarro de mim” – poxa… eu me apaixono se fizer isso comigo HOJE hahaha. Que menina má :/ Experiências né?

      Muito obrigada por compartilhar Hegégis rs… valeu a força 😉

  • Matheus Y. Shibukawa

    Mano, apaixonado pelo Podcast de vocês!!!!!!!

    Um beijo na bunda.

    • obaaa… obrigada pelo comentário e pela força Matheus, contamos contigo nos próximos, bjunda 😉

  • Adriano Couto

    Ouvi só agora o podcast mas não vou deixar de comentar! Além de divertido, achei ótimo ver o lado feminino da adolescência! Tem certas coisas que nós, homens, acabamos nem imaginando, rsrs.
    Obrigado, meninas!