SuperGameBrothers #15 – Jogos Indie

Sejam bem vindos a mais um episódio do Super Game Brothers,o podcast de games aqui do Plataforma Geek! No episódio de hoje os brothers Anderson, Murillo MelloJapa Furioso e nossa convidada Patsy Severo se juntam pra falar sobre  Indie Games. Batemos um papo sobre esse gênero que protagonizou um fenômeno de critica e público nos anos por sua simplicidade aliada a uma jogabilidade sembre muito legal! Vamos falar sobre o estilo como um todo e citar nossos títulos favoritos desse gênero. Aperta o play e escuta ai!

Duração: 56 minutos

Vídeo do Caipira Furioso sobre Dust an Elysian Tail. Clique aqui!

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Vitrine e Edição: Anderson

Sobre Anderson Souza

Anderson Souza

Estudante de Biomedicina, admirador de jogos e vagabundo semi profissional.

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SuperGameBrothers #37 – Filmes baseados em games

Sejam bem vindos a mais um episódio do Super Game Brothers, o podcast de games aqui …

  • Anubis_Necromancer

    Com o advento da tecnologia das engines free, muitos jogadores da velha guarda se sentiram compelidos a fazerem seus próprios jogos, muitas vezes, por acharem que os atuais são muito repetitivos.
    Algo até então, com mais facilidade do que antes, basta ver o cara que criou o Cave Story, que em muitas vezes, teve que criar as ferramentas para poder continuar seu game.
    http://pcmedia.ign.com/pc/image/article/121/1218546/CaveStory591_1329088043.jpg
    Cave Story não o primeiro indie, mas o que é considerado o primeiro comercialmente de sucesso.

    Já que muitas vezes, os jogos eram feitos em flash, e com isso geralmente mal feitos pra caramba.
    Principalmente os hentai
    http://i.ytimg.com/vi/yk1arD2hQNM/maxresdefault.jpg
    Ganguro Girls, muitas horas perdidas nessa coisa…

    Depois que a Internet veio mesmo com tudo e os jogos ganharam destaque ainda maior, muitos dev kits das engines foram distribuidos “de grátis” para que o jogador pudesse fazer as modificações que quisessem em seus títulos, desses, surgiram os mods que praticamente venderam mais do que os jogos puros.
    Como o Dota e Countrer-Striker para Warcraft 3 e Half-Life respectivamente.
    https://i.ytimg.com/vi/xxC7X_FdHTw/maxresdefault.jpg
    Antes de LoL, veio o DotA!

    Claro, não era como criar um jogo do 0, já que as engines mais usadas, ainda eram pagas, e para muitos pobres (como eu), ficavamos a estudar o Java para fazer algo para celulares.
    https://i.ytimg.com/vi/2jOKfrlQTdU/maxresdefault.jpg
    Jogos em Java, depois de 2 anos eu praticamente aprendi nada…

    Foi quando as engines mais populares, tiveram seu free-trial e com isso permitindo que os desenvolvedores pudessem fazer seus games sem ser os mods.
    https://www.epicgames.com/unrealtournament/forums/attachment.php?attachmentid=4335&d=1401794052
    Unreal Tournament da Epic, Unreal Engine em sua fonte mais pura

    Depois desse “boom”, muitos jogadores então começaram a fazer seus jogos, alguns bons outros ruins, mas continuaram a fazer, até criar um tipo de nicho, chamados de indie games.
    Dos quais, muitos acabam sendo conhecidos em plataformas de venda de games como a Steam ou mesmo em lojas de empresas grandes como Sony, Nintendo ou Microsoft.
    https://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2012/08/valve-steam-greenlight.jpg
    Steam Greenlight – Quer publicar seu game? Ou ao menos tentar XD

    Claro nem tudo são flores nesse mio, pois por mais que tenha-se dedicação, sempre o desenvolvedor encontrará problemas com seu jogo.
    Como vemos no filme Indie Game – The Movie
    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/f/fc/Indie_Game_The_Movie_poster.png
    Nem tudo são flores na vida de um desenvolvedor.

    • Anderson

      GRANDE ANUBIS! Valeu mais uma vez pelo feedback cara. Realmente uma das partes mais legais de todo esse movimento dos indie games foi a maior acessibilidade que veio para os desenvolvedores. Um cara poder fazer o próprio game e poder colocar na Steam e outras lojas do gênero é realmente algo do caralho. Legal saber que você se aventurou pelo Java hehe. Eu tentei começar a estudar Unity mas me faltava tempo na época. Valeu mesmo pelos coments cara! Logo mais vamos soltar um episódio só com leituras de comentários, e vamos ler o seu feedback desse e dos outros casts. Inclusive valeu por lembrar do Indie Game The Movie, eu ia citar ele no cast mas acabi esquecendo hehe.

      Abraços.

      • Anubis_Necromancer

        Como falei acima, todo jogador já desejou fazer seus games, até eu.
        Comecei quando vi que a TecToy, estava distribuindo os devkits do Zeebo para que os jogadores pudessem fazer seus jogos, eu achei na época uma ideia boa, afinal, sendo um dos poucos que comprou o console no lançamento.
        Infelizmente por usar a linguagem JAVA, isso fez muita gente abandonar a ideia, já que diferente das engines que estavam no mercado, a interação com ele era “carrasca” por demais se não tivesse uma base.
        Só algum tempo depois com a liberação dos sistema Android é que muitos desenvolvedores viram a facilidade de fazer algo para ele, sem levar anos e anos para um curso de um sistema que já estava praticamente morto.
        E com isso, muitos grupos de amigos, começaram a se juntar e criar estúdios pequenos para desenvolver jogos com as engines mais simples, como a Unity 3D, como você mesmo disse acima, sendo essa muito usada para jogos em celulares que rodam o sistema, ou mesmo para pcs não muito potentes, como o Raspberry Pi.

        Eu conheci a Unity em 2012, logo que saiu a versão 4 dela, e junto com um amigo, tentavamos criar jogos, já que diferente das outras do momento (CryEngine, Frostbyte e Unreal), ela era a que na sua versão Free, a que tinha mais liberdade do que as citadas acima.
        Tentamos fazer um game no Unity, mas sempre desistiamos, ou focavamos outra coisa.

        Praticamente desistimos devido a nossas agendas cheia, só retornando começo do ano, e ainda assim deixando em segundo plano, já que ele priorizava a faculdade e eu morando sozinho, não tinhamos tempo.
        Mas ainda tentando realizar esse sonho, ao menos para faturar uns trocados, só que agora ele focando a utilização do Raspberry Pi para lançarmos um “console” junto com os jogos, similar ao Ouya (ok, nem tanto similar já que o Ouya tinha hardware próprio, nós só fariamos uma alteração dando uma carcaça e colocando a marca de nossa empresa na tela inicial, coisa bem simples…).
        Reciclamos tanto coisa, que para se ter uma ideia, usamos um controle de Wii Classic Pro piratinha modificado, como “controle padrão” desse console.

  • Jorge Augusto

    Salve pessoal do Plataforma! Beleza?

    Jogos Indies, os que eu tenho na Steam são os Castle Crashers, Limbo (que eu peguei de graça na Steam só pra fazer número na minha conta) e um terceiro que é o To the Moon, mas este eu ganhei de um amigo.

    O episódio estava bom, aos poucos vou me acostumando com o padrão de vocês.

    Grande abraço e até a próxima.